quinta-feira, 7 de junho de 2012

Professores federais da Bahia decidem contra a greve

 Em assembleia realizada no último dia 29, a categoria decidiu pela deflagração da greve
Os docentes das instituições filiadas ao Sindicato dos Professores Federais de Ensino Superior da Bahia (Apub), em referendo realizado na terça, 5 e quarta-feira, 6, decidiram pela não realização da greve.
A votação, realizada por meio de 35 urnas espalhadas pela universidade, foi apertada. Foram 415 votos contra, 390 a favor e 8 nulos ou brancos, num total de 813. A apuração terminou no início da madrugada desta quinta, 7.
De acordo com o sindicato, após a decisão, o Instituto Federal da Bahia (Ifba), a Universidade Federal da Bahia (Ufba) e a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (Ufrb) devem ter as aulas mantidas.
Em nota divulgada à imprensa, a Apub diz que “todos os professores e professoras devem continuar a desenvolver suas atividades normalmente”.
A greve dos professores das universidades federais começou no dia 17 de maio em todo o país. No entanto, a Ufba, só aderiu à paralisação no dia 30.
A categoria reivindica carreira única com incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, variação de 5% entre níveis a partir do piso para regime de 20 horas correspondente ao salário mínimo do Departamento Intersindical de Estudos Sócio-Econômicos (Dieese), que atualmente é calculado em R$ 2.329,35, e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho.
Greve dos estudantes - Mesmo com o resultado do referendo, os estudantes da Ufba decidiram, em assembleia realizada na tarde de quarta, entrar em greve por tempo indeterminado.
A reunião foi organizada pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) da universidade e aconteceu no departamento de Arquitetura. Mais de 2 mil estudantes participaram do encontro.
Entre as 37 reivindicações, os alunos pedem melhorias no serviço do restaurante universitário e implantação do serviço nos campi do Canela, São Lázaro, Vitória da Conquista e Barreiras; pedem melhores livros no acervo da biblioteca, construção de mais residências e aumento no número de bolsas estudantis.
Uma nova assembleia foi marcada para a próxima terça, 12, para definir o calendário de mobilizações do movimento.

Por;Raudiney Amaral

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