A Conferência das Nações Unidas para Desenvolvimento Sustentável, a Rio +20, volta a colocar o Rio de Janeiro como centro das discussões importantes no aspecto ambiental e econômico, vinte anos após a Eco-92, na mesma medida que coloca em xeque a preparação da capital fluminense para grandes eventos.
Além da questão hoteleira, outra preocupação é com o trânsito na cidade, principalmente nos três últimos dias da convenção, 20, 21 e 22 de junho, ocasião em que os chefes de estado mundiais estarão se deslocando pela cidade. "Faço aqui mais um apelo aos cariocas para que, principalmente na semana que vem, lembrem-se que teremos dias confusos, que as pessoas evitem os corredores na quarta, quinta e sexta-feira, principalmente o que liga a zona sul a Barra da Tijuca, porque nós vamos ter mais de 100 chefes de estado circulando", reforçou o prefeito Eduardo Paes, em evento paralelo à conferência, no Forte de Copacabana.
"Os cariocas têm que estar felizes por se tornarem o centro do mundo nos próximos 15 dias, mas com alguns ajustes em nossa rotina. Eu acho que o trânsito é um desafio, mas a população colaborando e entendendo, tudo fica melhor. Vai ter transtorno, não tem jeito, o que a gente pede é isso, que as pessoas evitem grandes deslocamentos, e evitem também usar o carro", completou Paes.
Justamente pelo temor de grandes congestionamentos na cidade, tendo em vista que a grande rede hoteleira carioca se concentra na zona sul da cidade, enquanto que o Riocentro, quartel-general da Rio +20, fica no extremo oeste, os três últimos dias da conferência serão feriados para o funcionalismo público e escolas, com aval, inclusivo, do governo federal.
Por:Raudiney Amaral







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